quarta-feira, 30 de julho de 2014

ZIONisten - PARTE VII

Artigos anteriores sobre o tema:





 
 
PARTE VI - ANTISSEMITISMO  
 
“O Holocausto de 6.000.000 de judeus supostamente executados pelas topras de Adolf Hitler nada mais é que uma proteção ao Sionismo Judaico.”

O oprimido tende a imitar o opressor. Os judeus, outrora oprimidos na Alemanha nazista, imitam os seus antigos algozes, quando buscam e conseguem o fortalecimento político e econômico, organizando uma das forças armadas mais poderosas do planeta, apoiados pelos EUA. Mediante propaganda intensiva, onde se colocam como as maiores vítimas, inventam um número astronômico de mortos em campos de concentração (6 milhões) e repetem os filmes e fotografias de sempre.
Os judeus obtiveram o apoio da Europa e da América, a simpatia da maior parte das nações do mundo e indenizações de bilhões de dólares. Nessa favorável e vantajosa posição, os judeus, tal quais os nazistas alemães, invadiram os países vizinhos, ocuparam o território invadido, negam-se a devolvê-lo aos seus legítimos donos, matam civis desarmados e prisioneiros indefesos, justificando-se com o direito de conquista e de defesa do espaço vital.
Há mais judeus fora do que dentro do território do Estado de Israel. Nos respectivos países onde nasceram e/ou mantêm seus domicílios, buscam ocupar posições de domínio mediante o controle de bancos, de grandes empresas de comunicação e de outros setores da economia, ou em cargos públicos influentes, como secretários de governo, ministros, membros de tribunais e de parlamentos.
Há judeus canadenses, ianques, mexicanos, brasileiros, argentinos, chilenos, franceses, belgas, alemães… Em suas cerimônias, tocam o hino do país a que se encontram vinculados pelo jus soli, seguido do hino de Israel, porque antes e acima de tudo são judeus, cidadãos do Estado de Israel pelo jus sanguinis.
Assim como os nazistas alemães, também eles professam a superioridade racial: “os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos; eles são bestas” (Talmud: Baba mezia, 114b). “Mesmo criados por Deus, os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não fica bem a um judeu ser servido por um animal. Portanto, ele será servido por animais em forma humana” (Midrasch Talpioth, p. 255 Varsóvia, 1855).
Essa pretensa supremacia perante os demais povos vem estribada, ainda, no Antigo Testamento (Torah). Segundo essa escritura, por eles mesmos elaborada e considerada sagrada, os judeus teriam sido escolhidos por Javé, seu deus nacional, para imperarem sobre todas as nações do mundo. O Antigo Testamento e a História contemporânea confirmam os propósitos imperialistas dos judeus e o seu espírito pragmático expresso na fórmula “o ouro é o senhor do mundo; nós seremos os senhores do ouro”. Moisés, príncipe egípcio, retirou o bezerro de ouro do altar do povo hebreu, mas não conseguiu extirpá-lo da alma judia.
Com a recente eleição do seu führer (Ariel Sharon), o nazismo judeu atingiu o ápice. A extrema direita chega ao poder em Israel no começo do século XXI, tal como chegou na Alemanha da primeira metade do século XX. Esse judeu desatinado poderá desencadear a Terceira Guerra Mundial.
Urge uma reação vigorosa da ONU. Apoiado pela maioria dos judeus e pelos EUA, o führer de Israel está certo de sua vitória sobre os povos das regiões oriental da Ásia e setentrional da África. Como Hitler, o führer judeu sairá vitorioso inicialmente, porém, com o passar do tempo, a situação inverter-se-á e não sobrará sequer o muro das lamentações para as futuras gerações chorarem as novas desgraças.
Na hipótese bastante viável de uma guerra mundial, os EUA e Israel, provavelmente, não conseguirão aliança com a maior parte das nações européias, nem com a China. Derrotados, os judeus não mais poderão se colocar no papel de vítimas, nem criar uma nova indústria do holocausto.
 
 
 

terça-feira, 22 de julho de 2014

ZIONisten - PARTE VI







  Artigos anteriores sobre o tema:



"Chuva de corpos na Ucrânia ou nazijudaismo sionistas em mais um holocausto que ninguém irá falar nada, pois Hitler foi, é e sempre será o alvo, o fantoche que a classe dominante judaica sionista manipulou para que o mesmo fosse o maior vilão de toda a história da humanidade. O que acha disso naziisraelistas? Rússia, Israel, Palestina e faixa de gaza. Dias difíceis de manejar já estão aí. A minha bílis borbulha ao olhar os humanos. A ressaca de estar nesse atual sistema me dá vontade de vomitar. 1 minuto para o fim do mundo, essa merda tem acabar.
O que tem a ver a chuva de corpos com o fato social que ocorre na faixa de gaza? Nada tem a ver! Apenas relacionei dois holocaustos ocorrendo simultaneamente tão quanto ocorreu em um dia 11 de um mês chamado 7 de um ano qualquer depois de Cristo.
"
PARTE VI
  ANTISSEMITISMO


O momento é tempestivo para voltar ao tema que alguns meses atrás tive a oportunidade de iniciar, mas por motivos maiores tive que ficar inerte na produção do mesmo, haja vista algumas intempéries da vida secular me prejudicar no desenvolvimento de minhas atividades intelectivas, principalmente ao tema aqui abordado que faço questão de concluir nem que seja com cabelos brancos e sentado em uma cadeira de balanço.
Digo tempestivo, pois temos acompanhado o conflito Israel e Palestina e isso tem me causado preocupação e talvez mais repúdio ao maior holocausto já cometido na face da Terra, se achavam que Hitler foi o maior mentor de um holocausto incutido em vossas psiques, está enganado, quem comete e tem cometido os maiores holocaustos são eles, os Judeus Sionistas e é sobre isso que irei abordar nos últimos capítulos que estão por vir da série de artigo que comecei a produzir.
O momento que concerne falarei sobre antissemitismo, adjetivo este que ultimamente alguns homens de rebanho estão me qualificando, se sou ou não sou, o importante é que tenho uma missão e essa é de alertar você e o mundo da célula cancerígena que foi, é e sempre será essa dominação judaica sionista sobre o sistema econômico, político e religioso, causando a contaminação de inúmeras células saudáveis.
Muito se ouve falar do termo Antissemita, mas pouco se entende o seu contexto histórico, diante disso, vamos entender primeiramente o que seria o termo Semita.
Semita é o termo que designa um conjunto linguístico composto por vários povos.
A origem da palavra Semita está na Bíblia, mais precisamente no livro do Gênesis quando se trata da história de Noé. Nas escrituras judaicas, um dos filhos de Noé era chamado Sem, o que é uma versão grega para o nome hebraico Shem. A derivação do nome de tal filho de Noé, Semita, passou a identificar um conjunto de povos que possuem traços culturais comuns.
Os Semitas tiveram origem no Oriente Médio, onde ocuparam vastas regiões indo do Mar Vermelho  até o planalto iraniano. São povos típicos de ambientes com clima seco, o que os caracteriza pelas práticas do pastoreio e do nomadismo. Esses antigos povos identificados pela fala semítica envolvem os arameus, assírios, babilônios, sírios, hebreus, fenícios e caldeus.
O passar do tempo apresentou diversos desafios aos povos semitas, que precisaram migrar em busca de melhores condições ou de sobrevivência. A grande expansão semita no mundo se deu através dos povos árabes em consequência da criação do Islamismo, datando do século VII. O reverenciado profeta muçulmano Maomé conseguiu unir diversas linhagens dos povos árabes em forma pacífica sob os dogmas da religião Islâmica. Com a nova configuração apresentada, esses fiéis se lançaram em conquista de um novo mundo, conquistando regiões da Espanha até o Oceano Pacífico. Todavia o poderio desses povos que marcou um extenso império acabou se subdividindo em diversos estados em razão de conflitos, sobretudo, com cristãos e turcos. Os árabes, em várias ocasiões, acabaram submetidos a outros poderes.
Os Semitas estão intimamente ligados com a origem das três grandes religiões monoteístas no mundo: o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo. A religião judaica nasceu entre os povos hebreus, no Mediterrâneo, durante os conflitos entre cananeus e moabitas. Os judeus também se espalharam pelo mundo muito em razão da invasão dos povos romanos no século I da era cristã. Essa grande dispersão que se deu é reconhecida como a Diáspora Judaica, que resultou na formação de grupos de judeus pelo mundo e no estabelecimento de novos contatos culturais. Assim sendo, as características originais mantiveram-se mais forte apenas entre os grupos que permaneceram no continente asiático.
Além das migrações promovidas pelos islâmicos e pelos judeus, diversas outras também ocorreram entre os povos semitas. Tornou-se impossível falar de um grupo étnico homogêneo, pois a grande movimentação incorreu no encontro entre diversas culturas que originou novas características, como é o caso do grande número de línguas que passaram a compor a família semítica.
Os povos árabes e os hebreus são os que mais se destacam dentro da linhagem Semita, mas, como já dito, diversos outros comungam de uma mesma origem. Esses vários povos passaram por diversos conflitos especialmente com povos de origem européia no decorrer do tempo. O século XIX marcou uma nova fase de expansão colonialista dos europeus, que buscavam fontes de matérias-primas para seus produtos industrializados e zonas de influência que pudessem garantir o consumo de suas produções. Essa ambição marcou-se, sobretudo, com conflitos entre culturas diferenciadas, nos quais os Semitas estavam diretamente envolvidos.
O século XX também foi marcado por muitos conflitos com os povos de origem Semitas, mas também entre eles mesmos, como é o caso dos embates entre árabes e hebreus. A criação do Estado de Israel, após a Segunda Guerra Mundial, gerou um clima de muita instabilidade e confrontos na região do Oriente Médio.
O muito popularmente difundido termo anti-semita é utilizado em muitas ocasiões como sinônimo de condutas ou posturas contra os judeus. Mas, é importante frisar, que, no rigor do termo, denota comportamentos de oposição aos povos remanescentes da origem semítica.
Durante e depois da 2º Guerra Mundial o termo antissemitismo ficou comum por causa do suposto holocausto de um povo, com base em um número também supostamente criado, ou seja, a história tradicional e positivista diz que foram mortos mais de 6.000.000 de judeus nas mãos de um único homem chamado Adolf Hitler, se existe veracidade nessa informação ainda não sei, mas nas minhas considerações finais irei falar sobre esse polêmico número, o momento não é tempestivo para isso, pois o artigo em baila trata-se apenas do assunto antissemitismo.
Atualmente muitos têm medo de falar algo crítico sobre os Judeus, pois com toda certeza serão taxados de antissemita, eu depois que comecei a produção dessa série de artigos fui taxado quase todos os dias no meio que tenho convício social e fora as ameaças no mundo virtual que tive a felicidade de receber, digo felicidade, pois se eu não for criticado pelos artigos que produzo significa que não estou atingindo os objetivos que tanto almejo, pois não faço artigos para agradar e sim para cutucar seja lá quem for, causar polêmica é a minha essência e se eu perder esse foco, aqui jaz o Fernando Maciel, estarei com os parênteses de minha vida anulado, logo passo a não existir e não existindo que continuará meu legado de polemizar.
Temos visto na faixa de Gaza um novo holocausto nas mãos de Israel, mas ninguém irá criticar e nem fazer nada, pois serão com toda certeza taxados de antissemita, sendo esse termo e o holocausto a maior arma utilizada pelos Judeus Sionistas.
Faça um teste, comece a criticar Israel no tocante aos ataques em Gaza e verás o que acontecerás, sou prova viva disso, tente e faça parte do meu time

Até o próximo artigo!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

ZIONisten - PARTE V




"Você pode ignorar a realidade, mas você não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade" 


Crise Global Você vê o que eu vejo? - Vejo 7 bilhões de pessoas que vivem no planeta Terra. Vejo 30.000 crianças que morrem de fome a cada dia. Eu vejo a auto-exploração de supermodels semi nuas como eles vendem suas almas. Vejo quinhentas mil toneladas de alimentos jogados fora todos os dias. Vejo décadas de filmes desumanos e a dessensibilização. Veria assassinato a sangue por dinheiro, propriedade e poder. 100 mil anos eu vejo tóxico urânio empobrecido. Eu vejo 4 bilhões de seres humanos que vivem na terra de ilusão. Eu vejo o crime corporativo impunes só porque os ganhos monetários são individuais. Eu vejo o complexo industrial militar para criar um genocídio global. Eu vejo dois milhões de toneladas de poluição industrial a cada ano.
Você vê o que eu vejo?
Eu vejo o homem fazendo doenças, e propagando-as através de drogas. Vejo desarmonia, confusão, morte e decepção. Eu vejo dois bilhões de telefones celulares perfeita operação jogados fora a cada ano. 
Eu vejo os sinais de bancos privados globais trabalhando para controlar a impressão e dividir as massas. 
Eu vejo a 50% do dinheiro dos impostos americanos gastos em uso militar. Vejo empresas privadas possuírem e ganhar 51% de tudo o que tem na terra. Ver a exploração maciça dos recursos naturais e dos resíduos dessas empresas. Eu vejo a obsolescência planejada e percebida por corporações.
Vejo contaminação de flúor na água em que bebemos causando rápido declínio. Vejo mentiras publicidades corporativas enganando o mundo todos os dias. Vejo que violam os oceanos e mares da vida apenas para o consumo desnecessário e mais lucros. Eu vejo que 80% das florestas originais do planeta desapareceram. Eu vejo as pessoas que vivem em um único sistema baseado no consumo material, não de reprodução ou de conhecimento e liberdade. Vejo 100.000 produtos químicos tóxicos sintéticos misturados com compostos orgânicos para criar comida envenenada e produtos da mercadoria. Eu vejo as crianças com os dedos e as mãos cortadas por se recusar a extrair diamantes pela força. Vejo 1% da população estragar os outros 99% apenas para o ganho pessoal temporário. Vejo um sistema mundial econômico e social não dá nenhuma outra opção a não ser ir embora. 
Se você vê o que eu vejo significa que estamos falando a mesma língua, ou melhor, estamos tendo a mesma visão, diante disso vou continuar a série de artigos para que possamos entender  o que está por trás de toda a visão exposta acima.

Então vamos ao que interessa...

É fascinante o esforço que os dirigentes israelenses fazem para redimir o nazismo.
Está no DNA do sionismo.
O sionismo é um movimento político que sequestrou o judaísmo.
O sionismo fez do judaísmo refém e dos israelenses cúmplices.
Nem os rabinos escapam da sanha antissemita do sionismo.
Passa governo, entra governo e nada muda.
A paz está sempre passando ao largo.
Se há uma palavra que já não faz mais sentido, é a palavra paz repetida ad nausean pelos dirigentes sionistas.
Os nazistas assassinaram impunemente em nome da “raça ariana”.
Os sionistas assassinam impunemente em nome do “estado judeu”.
Arianos e sionistas têm o mesmo DNA.
Convenhamos, nem os nazistas poderiam ter dito melhor.
A verdade é uma só: os palestinos não têm parceiro para a paz.
Por isso, não entendo porque aceitam participar desse teatro de embustes.
Cisjordânia já não consegue respirar por causa da brutalidade dos colonos judeus.
Jerusalém é uma cidade ocupada e Israel está sempre dizendo que não abre mão de sua ocupação.
Os palestinos vão negociar o quê se os israelenses são irredutíveis?
A psicologia das profundezas nos revela que o sionismo é a dança de São Vito.


Antes de iniciar a leitura do texto a seguir sugiro que você leia as partes anteriores com o intuito de terem um entendimento mais apurado sobre o tema em baila.

Segue os links:









PARTE V

 JUDEUS SIONISTAS E NÃO SIONISTAS

Para falar com justiça dos judeus e evitar o racismo e ideias pré-concebidas, é necessário que se entenda a diferença e o significado de cinco definições linguísticas fundamentais: Judeus, Hebreus, Sionistas, Israelenses e Israelitas.

1 – Judeus: (do latim Iudaeus, e este do hebraico yehudi). Adjetivo. Judeus são aqueles que praticam a religião conhecida como Judaísmo. O Judaísmo é uma religião que teve origem com a revelação divina da Toráh no monte Sinai a um grupo de tribos hebraicas. Judeus são aqueles que professam esta religião, independentemente da sua raça. O único e fundamental compromisso dos judeus é unicamente com Deus, estando esse pacto referido na Toráh ou Pentateuco. Segundo a Toráh e outras escrituras sagradas do Judaísmo, os judeus foram exilados de Palestina (antes Canaã) há mais de mil anos por vontade divina, como castigo por terem abandonado os deveres religiosos para com Deus. Desde então, os judeus estão mortalmente proibidos de se aproximarem da zona do Monte do Templo, onde antigamente estava o Sinédrio, ou Templo, na época dos Macabeus; a Toráh e o Talmude proíbem que os judeus formem um Estado, um país independente ou forcem terminar o exílio. Eles acreditam que o seu exílio terminará pacificamente com a vinda do Messias (P e B), numa época ideal na qual todos os povos do mundo se unirão em paz ao serviço do Criador. Estas são as autênticas crenças históricas dos judeu, como bem o explicam as poucas comunidades que atualmente os representam e quem as negue, NÃO É JUDEU.
Isto foi explicado e clarificado por algumas das organizações que verdadeiramente representam a posição do Judaísmo histórico no mundo atual, como Satmar Hassidic e Neturei Karta.
 Alguns anos depois da composição deste artigo, encontrei uma interessante explicação sobre este tópico publicada pelo Centro Virtual Cervantes de Língua Espanhola, que confirma o ponto de vista exposto neste artigo.
2 – Israelitas: Adjetivo. Termo proveniente da Bíblia, com que se tem designado historicamente o povo judeu.
 3 – Hebreus: Do latim Hebraeus, e este do hebraico ‘ibri, e este talvez proveniente do acádio hapirum, pária, vagabundo, transumante. Adjetivo. Designação histórica de um povo nómada do deserto, oriundo do Médio Oriente. Os hebreus são uma etnia, raça ou povo, com padrões genéticos e características físicas próprias e distintas de outros povos. Assume-se geralmente que a maioria dos hebreus praticam o Judaísmo, mas a verdade é que uma grande parte não são judeus, hoje em dia, talvez a maioria. E tal como atualmente a maioria dos muçulmanos não são árabes, muitos judeus não são hebreus, como também muitos hebreus não são judeus, mas sim ateus, cristãos, sionistas, comunistas ou muçulmanos.
Pode-se ser hebreu sem ser judeu, não praticando o Judaísmo; e se pode ser judeu sem ser hebreu, através da conversão ao Judaísmo, sendo de outra raça qualquer, como no caso das comunidades negras de judeus na Etiópia.
4 – Sionista: Adjetivo. É a pessoa que adere ao movimento político do Sionismo, um movimento nacional socialista hebraico originado por descendentes de judeus europeus (ashkenazis), que se tornaram laicos ou apostataram do Judaísmo, cujo objetivo fundamental, após a queda do Terceiro Reich no século XX, foi a colonização forçada da Palestina para fundar aí um Estado hebraico, a qual se levou a cabo mediante repressão e assassinatos, uma vez que Palestina nunca esteve desabitada. De início este movimento foi seriamente resistido no mundo judeu e os rabinos ortodoxos o declararam “um partido ou seita herege, apóstata e anti-judeu”. Atualmente o acusam de racista por professar uma ideologia de ódio aos árabes e de praticar o genocídio e limpeza étnica na Palestina. Os kibuts “socialistas”, tão publicitados nos anos 60, 70 e 80, foram uma forma de enganar a população, propondo no início uma convivência idealista que os palestinos lamentavelmente aceitaram, pois sentiram que as suas condições de vida iriam melhorar. O Sionismo foi racista e supremacista desde o início. Sua plataforma política implica o extermínio ou deportação dos não israelenses (pt, israelitas), sejam ou não judeus, para conseguir a criação do “Grande Israel”, que abrangeria parte de Síria e outras nações limítrofes, como se pode entender das declarações dos seus principais líderes e ideólogos, como Ben Gurión e Golda Meir.
O movimento sionista começou então uma forte propaganda política entre as comunidades judaicas do mundo, agitando o fantasma do anti-semitismo e assegurando que nenhum judeu está seguro fora de Israel. O movimento foi ganhando adeptos entre os hebreus e algumas comunidades de judeus, que foram abandonando os princípios do Judaísmo e substituindo a lealdade a Deus e à sua religião histórica pela lealdade política a um Estado.
5 – Israelense : Adjetivo. Cidadão habitante e leal ao Estado de Israel. Não se deve confundir com o adjetivo  “israelita”, que ainda hoje se utiliza para se designar os judeus.
Conclusão: Uma pessoa pode ser hebréia, sionista e israelense. Pode ser cristã, chinesa e sionista. Uma pessoa pode ser israelense, cristã e de origem ariana. Mas jamais pode ser judeu e sionista simultaneamente, porque os fundamentos do Judaísmo e do Sionismo contradizem-se, como explicam as organizações de judeus ortodoxos antes mencionadas, que têm esclarecido a diferença fundamental entre Sionismo e Judaísmo:
A ideia de que “judeu” e “sionista” são sinônimos é una falácia inventada pelo movimento sionista para diminuir as comunidades judaicas dispersas pelo mundo e transladá-las  para Palestina, convidando os judeus a desconhecer a proibição de Deus e dos seus sábios, dizendo-lhes que na realidade o Judaísmo não é religião mas sim uma cultura e um conjunto de tradições, o que é absolutamente falso. Engano este que o mundo parece acreditar, inclusive árabes e muçulmanos, chamando judeus aos sionistas e vice-versa.
Por último, à luz do exposto, Israel não pode ser lingüísticamente denominado como um “Estado Judaico“.
A maioria dos hebreus e judeus em geral têm muitas dúvidas sobre tudo o que diz respeito a Israel; alguns estão contra e outros estão a favor da sua existência como Estado, mas são poucos os que defendem Israel sem reservas e justificam os seus crimes. Quanto aos sionistas, a maioria deles não são nem judeus nem de origem hebraica. Inclusive, como é do conhecimento público, as igrejas evangélicas da América Latina são abertamente sionistas.

Sionismo

Informação Geral
 
Um movimento nacionalista judeu, o sionismo foi responsável pela criação do estado moderno de Israel como a pátria judaica. Embora geralmente atribuída a Theodor Herzl e outros grupos século 19, o sionismo remonta ao início da diáspora judaica, o exílio babilônico do século 6 aC. As Lamentações de Jeremias e fala do Salmo 137 os exilados judeus 'saudade de Sião (Jerusalém).
História Judaica durante a diáspora foi marcado pelo aparecimento de uma sucessão de pseudo messias - entre eles Sabbatai Zevi - que afirmavam que eles iriam devolver os judeus a Sion. Igualmente foi vencida pelo regime do italiano Nasi família, que obteve uma autorização de os turcos para estabelecer uma comunidade judaica na Galiléia no final do século 16.
Até 1791 e da emancipação dos judeus durante a Revolução Francesa, os judeus não tinham a mobilidade essencial para o sucesso do sionismo. No século 19, porém, crescente sentimento nacional na Europa inspirado Moses Hess, David Luzatto, Leo Pinsker, Zvi Kalischer, e Yehudah alcalino para tentar elevar a consciência nacional dos judeus do gueto. Assistência financeira veio de filantropos Moses Montefiore, de Edmond Rothschild, e de Maurice Hirsch, e vários programas para o retorno dos judeus para o Oriente Médio foram executadas.
Só em 1897, no entanto, com o World Herzl Congresso Sionista na Basiléia, Suíça, era um movimento mundial eficaz político criado. Apesar da oposição de fundamentalistas judeus e assimilacionista e divisões internas (em 1905 o Congresso retirou um grupo quando a maioria dos delegados rejeitou uma proposta britânica para o estabelecimento de uma pátria judaica em Uganda), a organização sionista ganhou força. Eventualmente ele garantiu aprovação para o seu programa de criação de uma pátria na Palestina do governo britânico (com a Declaração de Balfour, 1917) e da Liga das Nações (com a criação de um mandato para a Palestina em 1922). Durante o período do mandato, que foi realizada pela Grã-Bretanha, o aumento da violência ocorreu entre os colonos judeus e árabes na Palestina. Finalmente, as Nações Unidas votaram em novembro de 1947 para dividir a Palestina e do Estado de Israel foi proclamado em 14 de maio de 1948.





Sionismo

Informação Avançada

 
Este termo refere-se à filosofia da restauração do povo judeu para "Zion", que no início da história judaica foi identificada com Jerusalém. Após a expulsão dos judeus romanos de Jerusalém em 135 dC este "Sião" idéia nunca foi divorciada do pensamento judaico, e orações judaicas (individuais e colectivas) destacou o desejo de voltar a sua terra natal. O religioso judeu sonhava em um período final de liberação final da sua dispersão entre as nações e um retorno para a terra da promessa. Um punhado de judeus sempre permaneceu na Palestina, e seus números foram aumentados pelos refugiados da Inquisição espanhola em 1492. No entanto, para muitos judeus a idéia de um retorno à Palestina física parecia um enganador, se não impossível, sonho.
Durante o século XIX, a ascensão da literatura hebraica, o nacionalismo judeu, e mais importante, um novo surto de anti - semitismo grupos estimulados como Hoveve Sião ("Amantes de Sião") para levantar dinheiro para enviar colonos judeus para a Palestina. Pogroms na Rússia czarista depois de 1881 resultou em milhares de pânico - refugiados atingidas que perceberam que a Palestina era o lugar mais seguro de refúgio. Assentamentos agrícolas também foram patrocinados por benfeitorias tais como Baron Edmond de Rothschild.
Pré-moderno sionismo destacou uma motivação religiosa e sossegada territorial assentamento. Com a publicação do Der Judenstaat ("O Estado Judeu"), por Theodor Herzl, em 1896, no entanto, o sionismo político nasceu e com ele a concepção moderna do sionismo. Uma nova era na história judaica, quando desdobradas Herzl, um jornalista austríaco, mudou de um defensor da assimilação judaica a crença de que o anti - semitismo era inevitável, enquanto a maioria do povo judeu viveu fora de sua pátria. Ele expôs os esforços políticos, econômicos, técnicos e que ele acreditava que eram necessárias para criar um Estado judaico funcionamento. O primeiro Congresso Sionista se reuniu em 1897, e mais de 200 delegados de todo o mundo adotaram o Programa Basileia. Este sublinhou que sionismo procurou criar um lar na Palestina legal para o povo judeu e iria promover a liquidação, criar organizações mundiais de vincular os judeus juntos, reforçam a consciência nacional judaica, e obter o consentimento dos governos do mundo.
Pensamento de Herzl era puramente secular, na verdade, ele era um agnóstico. A maioria de seus seguidores, no entanto, eram ortodoxos sudeste europeus, e embora Herzl oposição sionismo transformando em uma liquidação da sociedade cultural, religiosa, ou aos poucos, ele fez concessões a estes defensores. Essa frágil aliança indica as muitas facetas do sionismo ao longo do século XX. Para Herzl, o principal objetivo do sionismo foi a obtenção de uma carta de concessão de direitos políticos soberanos judeus em sua terra natal. Pouco depois de sua morte, em 1904 cerca de 70 mil judeus tinham resolvido na Palestina. A maioria (pelo menos 60 por cento) viviam nas cidades. Sionismo foi metamorfoseado em um movimento de massas e de poder político durante a Primeira Guerra Mundial I. Em 1917 o britânico emitiu a Declaração de Balfour, que conferiram favor mediante o estabelecimento na Palestina de um lar nacional judaico.
O sionismo foi um movimento minoritário e encontrou oposição até mesmo dentro da comunidade judaica. Americana Reforma do Judaísmo, por exemplo, acreditava que os judeus não foram adaptados para os rigores da Palestina, onde a doença ea fome foram galopante. Além disso, alegaram que a Palestina já não era um judeu terra e que os Estados Unidos estavam "Sião". Para estes não - judeus sionistas, sionismo foi prejudicial para o tecido do judaísmo e só serviu para atiçar os russos. Foi apenas o horror do assassinato em massa de cem mil judeus pelo exército russo 1919-1921 e, em última instância, o horror do Holocausto nazista durante a Segunda Guerra Mundial, em que seis milhões de judeus foram exterminados que chamou sionistas e não sionistas - juntos em prol da Palestina como uma nação judaica, um refúgio para os perseguidos e desalojados.
Em novembro de 1947, um plano de partição criando um estado judeu, aprovado por ambos os Estados Unidos ea União Soviética, foi adoptada pela Assembleia Geral das Nações Unidas. O Estado de Israel foi oficialmente reconhecido em 14 de maio de 1948, quando terminou regra britânica. Como o jovem estado reforçada, a definição do sionismo e quais as suas actuais objectivos e finalidades devem ser ter sido debatido acaloradamente dentro da Organização Sionista Mundial em si. Desde 1968, a ênfase da aliá (pessoais migração para Israel), foi visto por muitos como uma final, ainda controverso, meta.
Sionismo foi impulsionado nos séculos XIX e XX, por "cristãos sionistas". Por causa de suas premillennial Escatologia fundamentalistas evangélicos têm sido particularmente favorável à restauração do povo judeu de Israel e de Israel se no século XX. 


Bibliografia
B Halpern, a idéia do Estado Judeu (1969); W Laqueur, A História do sionismo (1972); M Selzer, ed, o sionismo Reconsidered: A rejeição judaica de normalidade (1970); D Vital, Origens do sionismo (1975. ). 



Não percam os próximos temas:

  1. Antissemitismo;
  2. Hitler e o judaísmo;
  3. O Holocausto uma arma poderosa utilizada pelos JUDEUS;
  4. O Protocolo dos Sábios de Sião;
  5. O controle do sistema financeiro, midiático, político e religioso;
  6. Vídeos sobre o sionismo judaico;
  7. Considerações finais do autor.